Archive for the ‘notícias’ Category

Chefe de agência de emprego é preso no Japão por trabalhar com estrangeiros ilegais

Empresa está envolvida por empregar vietnamitas ilegais

fábrica de montagem de telefones celularesA polícia prendeu nesta segunda-feira o chefe de uma agência de emprego que colocava em fábricas, na província de Hyogo, estrangeiros que não tinham autorização de trabalho, revela a agência Kyodo.

Chiyokazu Kunimoto (51) foi acusado de organizar de forma ilegal a contratação de três vietnamitas em uma fábrica de montagem de telefones celulares no ano passado.

No entanto, o número de trabalhadores ilegais envolvidos com a agência Kunimoto seria muito maior, segundo a polícia.

A polícia prendeu Kunimoto após uma incursão realizada em uma fábrica, em junho, e que foi descoberto que havia cerca de 50 trabalhadores ilegais.
Fonte: IPC Digital

Nissan cria tecnologia para que carro não precise ser lavado

O carro ainda não está à venda, mas a Nissan está avaliando as possibilidades de mercado

Nissan

Nissan cria tecnologia para que carro não precise ser lavado

A Nissan divulgou na quinta-feira (24), um vídeo mostrando a nova pintura que pode repelir a sujeira do carro. O objetivo da empresa é tornar as lavagens de carros obsoletas, fazendo com que lamas, chuva e outros tipos de sujeira possam ser repelidas.

A nova tecnologia batizada como ‘Ultra Ever-Dry’, ou simplesmente Ultra Sempre Seco, é a responsável por manter o automóvel limpo. O problema com esse tipo de tintura é que a reaplicação precisa acontecer em cerca de um ano, mas a Nissan afirma ter resolvido essa questão, tornando o uso da nanotecnologia funcional.

O carro ainda não está à venda, mas a Nissan está avaliando as possibilidades de mercado e pode lançar um automóvel com a novidade no futuro.

https://www.youtube.com/watch?v=UwoGsCAKsxU
Fonte: IPC Digital

Confiança empresarial japonesa melhora de janeiro a março

No entanto, se trata do sexto trimestre consecutivo no qual a confiança das grandes empresas manufatureiras fica no vermelho

Confiança empresarial japonesa melhora de janeiro a marçoA confiança empresarial japonesa de janeiro a março se manteve no campo negativo, embora tenha melhorado sensivelmente pela primeira vez nos últimos três trimestres, graças à persistente desvalorização do iene, informou nesta segunda-feira (data local) o Banco do Japão (BOJ, banco central japonês).

Em seu relatório trimestral "Tankan" de conjuntura econômica, o órgão emissor informou que o índice de confiança das grandes companhias manufatureiras durante janeiro-março, último trimestre do ano fiscal no Japão, ficou em oito pontos negativos, melhorando assim dos 12 pontos negativos do período de outubro a dezembro.

No entanto, se trata do sexto trimestre consecutivo no qual a confiança das grandes empresas manufatureiras fica no vermelho, o que assinala que a economia ainda está no caminho da recuperação, após um ano fiscal de 2011 marcado pelo devastador tsunami e pela desaceleração econômica.

O dado é, além disso, levemente pior do que esperado pelos analistas consultados pelo jornal econômico "Nikkei", que esperavam que ele ficasse em março em sete pontos negativos. Por sua vez, a confiança das companhias não manufatureiras melhorou no relatório de março para seis pontos positivos, acima dos quatro pontos positivos de dezembro.

A melhora da confiança dos empresários japoneses se deve em parte à incidência da significativa depreciação da moeda local em relação ao dólar e ao euro, o que beneficia as empresas exportadoras na hora de repatriar seus lucros no exterior. Além disso, também fortaleceu a confiança a chegada ao poder em dezembro do ano passado do primeiro-ministro Shinzo Abe, que, sob a promessa de realizar políticas de estímulo e de flexibilização monetária, impulsionou o valor das ações na Bolsa de Valores de Tóquio.

Os sintomas de recuperação das economias americana e chinesa, os dois maiores mercados para as exportações japonesas, também colaborou para melhorar a confiança dos grandes exportadores japoneses, um pilar que sustenta cerca de 40% do PIB da terceira maior economia do mundo.

Em suas previsões, o órgão emissor japonês revela que para o próximo trimestre, de abril a junho, espera-se que a confiança melhore até atingir um ponto negativo nas empresas manufatureiras e nove pontos positivos nas não manufatureiras.

O "Tankan" também antecipou o plano das grandes companhias manufatureiras e não manufatureiras de cortar seus investimentos de capital em 2% durante o ano fiscal 2013, que começa neste dia 1º de abril, abaixo do aumento de 6,8% previsto no relatório de dezembro. Para realizar o relatório, o BOJ fez uma pesquisa entre 10.698 companhias japonesas, 4.292 manufatureiras e 6.406 não manufatureiras, do dia 25 de fevereiro ao dia 29 de março.
Fonte: IPC Digital com Efe

Produção de veículos no Japão cresce pelo sétimo mês consecutivo

Em abril, foram fabricados cerca de 800 mil automóveis, caminhões e ônibus

A produção de automóveis, caminhões e ônibus no Japão cresceu 173,8% em abril em relação ao mesmo mês do ano passado, informou o diário Nikkei. Em abril de 2011, o mês seguinte ao terremoto e tsunami que devastou a região Tohoku, foram produzidos 292.444 veículos. Em abril passado, a cifra aumentou para 799.474.

De acordo com a Associação de Fabricantes de Automóveis do Japão foi o sétimo mês de aumento consecutivo de crescimento.
Fonte: IPC Digital

Toyota deve produzir 6.000 veículos a menos por inundações na Tailândia

Fábricas no Vietnã, Filipinas e Indonésia também são afetadas por problemas no fornecimento de peças

 

A Toyota Motor reduz sua produção nesta semana no Japão pela escassez de componentes fabricados na Tailândia, país gravemente afetado pelas inundações, informou o diário Nikkei. Diante da incerteza da situação no país, a companhia optou por reduzir até sexta-feira (28), as horas extras de trabalho em quatro fábricas da província de Aichi (centro do Japão) e em outras montadoras.

As horas extras estavam destinadas para compensar os cortes de produção ocorridos pelo terremoto e tsunami de 11 de março que devastou o nordeste do Japão. O saldo da paralização será de 6.000 veículos a menos, segundo o Nikkei.

Na Tailândia, a Toyota suspendeu as operações de suas fábricas. O corte no fornecimento de peças atinge fábricas da montadora nas Filipinas, Vietnã e Indonésia que também tiveram que cortar sua produção.

Como a Toyota, outras oito companhias automobilísticas japonesas mantém paralisadas suas unidades na Tailândia e se calcula que no total, cerca de 430 filiais de empresas japonesas são afetadas pelas inundações no país asiático.

O ministro das Finanças japonês Jun Azumi, disse à agência Kyodo que as autoridades japonesas “estão considerando” oferecer apoio financeiro às companhias prejudicadas.

Fonte: IPC Digital com Efe

Nissan anuncia local de fábrica no Brasil em outubro, diz fonte

A Nissan deve anunciar o local de instalação de uma fábrica no Brasil na semana que vem, em um investimento bilionário que poderá incluir a produção de veículos elétricos, segundo uma fonte envolvida nas negociações.

O Estado do Rio de Janeiro é um dos principais destinos avaliados pela segunda maior montadora de veículos do Japão.

“Eles pretendem investir cerca de 1,5 bilhão de dólares na fábrica”, informou a fonte, que pediu para não ser identificada. “Eles falaram em fabricar 220 mil carros por ano (…) Carros populares, carros elétricos, três a quatro segmentos de veículos”, acrescentou.

O investimento daria mais espaço para o crescimento da marca no quarto maior mercado de veículos do mundo.

Atualmente, a Nissan divide um complexo fabril no Paraná com sua parceira francesa Renault. A Nissan produz no país a picape Frontier e os modelos da família do monovolume Livina no município de São José dos Pinhais.

O anúncio coincide com um momento em que as montadoras japonesas enfrentam um iene forte no Japão, o que reduz a competitividade de suas exportações.

Além disso, surge em meio a uma série de investimentos em novas unidades produtivas no Brasil por novos entrantes, como as chinesas JAC e Chery, e de montadoras estabelecidas há mais tempo no país como Fiat, General Motors e Toyota.

O investimento também será revelado pouco depois que o governo federal aumentou o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) de veículos importados em 30 pontos percentuais, exigindo das montadoras índice de nacionalização de 65 por cento e o cumprimento de uma série de etapas produtivas no Brasil como contrapartida para evitarem a alta do tributo.

Segundo a fonte, a Nissan avaliou vários Estados para o investimento, incluindo Bahia, Paraná e São Paulo, mas o Rio de Janeiro está no topo da lista, com as cidades de Resende, Porto Real e o complexo industrial do empresário Eike Batista, que está sendo construído em São João da Barra, na lista de preferências da montadora.

Resende possui fábricas de automóveis da Peugeot e de ônibus e caminhões da Volkswagen, enquanto Porto Real abriga uma unidade da Citroen.

Em junho, a Nissan anunciou que iria construir uma fábrica no Brasil, para aliviar suas instalações no México, mas não anunciou até agora detalhes sobre os planos.

Em abril do ano passado, o presidente mundial da montadora, Carlos Ghosn, assinou com a prefeitura de São Paulo parceria para estudar oportunidades de uso de veículos elétricos na capital paulista.

De janeiro a agosto, a Nissan acumula vendas de 36.819 automóveis e comerciais leves no Brasil, ante 19.906 no mesmo período de 2010. A empresa subiu uma colocação no ranking de montadoras, para 12o lugar, passando de 0,96 para 1,65 por cento de market share, segundo a associação de concessionários Fenabrave.

Procurada no Brasil, a Nissan confirmou que vai construir uma fábrica no país com capacidade para cerca de 200 mil veículos.

A unidade faz parte do plano “Power 88”, que tem como objetivo aumentar a participação de mercado mundial e a margem de lucro da companhia para oito por cento em seis anos.

A assessoria da Nissan não comentou detalhes sobre o investimento ou local da fábrica.
Fonte:  O Estado de S. Paulo com Reuters

Brasileiros voltam do exterior atrás de empregos e salários melhores

O crescimento da economia abriu as portas do mercado de trabalho para milhões de brasileiros. São tantas oportunidades que essa é a hora para quem está disposto a mudar de endereço ou até de profissão.

O  repórter Ismar Madeira apresenta pessoas que trocaram de estado, de país e até de profissão em busca de salários melhores, e os brasileiros que voltaram do exterior pelo mesmo motivo.

Na decoração e no idioma, está a lembrança dos últimos sete anos. Manuela Kimura e os filhos acabam de voltar do Japão. Neta de japoneses, ela foi tentar a vida lá, mas enfrentou o fantasma do desemprego.

“Era aquele burburinho: ‘vão mandar embora’. E nós, brasileiros, como trabalhávamos lá como terceirizados, a gente sabia que, na hora em que fossem mandar alguém embora, a gente era o primeiro da fila”, afirma.

O Japão entrou em uma crise econômica em 2008, que também atingiu os Estados Unidos e países da Europa. No Brasil, os efeitos não foram tão nocivos.

Manuela Kimura foi encontrar emprego no seu país. “A emoção foi grande, principalmente, porque a minha primeira carteira de trabalho eu tirei agora aos 30 anos, no meu país”, comenta a soldadora.

O que a Manuela aprendeu a fazer no Japão foi trabalhar com navios – um tipo de indústria que começa a renascer no Brasil. Só na instalação de um estaleiro, foi investido R$ 1,8 bilhão. Mas, para que ele começasse a funcionar, foi preciso buscar mão de obra do outro lado mundo, e ela não foi a única. Ao todo, são 135 soldadores.

O estaleiro enviou uma funcionária de recursos humanos para recrutar os dekasseguis brasileiros. O supervisor de montagem Euclides Yamaoka voltou depois de 20 anos fora. “Na época era muito difícil você conseguir um lugar, um bom emprego, vamos dizer assim. Hoje, eu vejo aqui milhares de oportunidades”, aponta.

No Porto de Suape, em Ipojuca, Pernambuco, o número de empregos subiu de 5 mil para 32 mil nos últimos quatro anos, contando com a construção civil, e não para de crescer. “Só em 2011, teremos mais de 20 mil empregos sendo gerados aqui”, revela o vice-presidente Complexo Suape, Frederico Amâncio.

São mais de 100 empresas instaladas e 35 em instalação, que atraem profissionais de todo o país. “Nós começamos a ver a questão da mobilidade do emprego. É justamente as empresas procurarem, em outras regiões, profissionais que elas já não encontram na porta de casa”, afirma o professor Paulo Resende, da Fundação Dom Cabral.

Cleide dos Santos trocou sua cidade natal, São Paulo, por Palmas, no norte do Brasil. “Não dá para mentir, foi muito difícil, um aperto no coração”, conta.

Como gerente de marketing, ela trabalha em uma novidade na região. É o primeiro shopping center do estado de Tocantins, com as primeiras grandes lojas de departamento. “A visibilidade do seu trabalho é muito maior, o reconhecimento. Você acaba fazendo, executando e tendo o êxito e tem o reconhecimento”, aponta.

O crescimento da economia abriu as portas do mercado de trabalho para milhões de brasileiros. Os setores que mais criaram vagas com carteira assinada foram os serviços e o comércio. São tantas oportunidades que essa é mesmo a hora para quem está disposto, se for o caso, a mudar de endereço ou até de profissão. “Eu trabalhava como babá”, revela Luciana.

Do trabalho doméstico para o de estoquista em uma loja: Luciana e Iara foram convencidas a tentar. Não só conseguiram a vaga como já sonham com uma carreira no comércio. “Futuramente posso ser vendedora ou até outra coisa melhor”, diz a estoquista Iara Socorro da Costa.

É o que também está ocorrendo no Porto de Suape. “Nunca pensei na minha vida em trabalhar com indústria naval”, afirma o supervisor Gustavo Bezerra Coelho.

Gustavo, que trabalhava com turismo no Recife, hoje é supervisor de guindastes. Ele aproveitou a falta de profissionais na área para se candidatar. Passou por uma seleção, fez treinamento e agora coordena uma equipe de 113 pessoas no estaleiro. “Apostei, abracei a ideia e fiz disso a meta da minha vida”, revela.
Fonte: Jornal Nacional

Japão perde para China posto de 2ª maior economia

O Japão perdeu para a China o posto de segunda maior economia do mundo em 2010, após o país registrar um Produto Interno Bruto (PIB) nominal de 479,223 trilhões (US$ 5,474 trilhões) no ano passado. O resultado é inferior aos US$ 5,879 trilhões da China. O Japão era a segunda maior economia do mundo desde 1968.

Em termos trimestrais, a China já havia superado o PIB japonês no trimestre de março a junho, mas o cálculo anual divulgado pelo Japão hoje marca a primeira vez que o PIB chinês supera o japonês em termos anuais, padrão normalmente utilizado nos rankings globais.

Em 2010, o Japão cresceu à taxa anualizada de 3,9%, em termos reais (descontada a inflação), e de 1,8% em base nominal. No quarto trimestre do ano passado, o PIB do Japão registrou contração de 1,1% em termos anualizados, após expansão de 3,3% no trimestre anterior. O resultado marcou a primeira contração desde a queda revisada de 1,9% no terceiro trimestre de 2009, mas veio melhor que a mediana das previsões dos economistas, que era de contração de 2,4% no quarto trimestre.

“Diante do bom desempenho do país vizinho, saudamos a rápida progressão da economia chinesa”, declarou Kaoru Yosano, ministro da Economia do Japão. “Isso pode ser a base de um desenvolvimento da economia regional, ou seja, da Ásia Oriental e do Sudeste”, acrescentou Yosano. Ele informou ainda que deseja “melhorar as relações de amizade entre Japão e China no campo econômico”. As informações são da Dow Jones.
Fonte: G1 com Agência Estado

Brasileiro poderá se aposentar no Japão; japonês, no Brasil

Os governos do Brasil e do Japão estão em fase final de negociações sobre o sistema previdenciário dos dois países, informa o jornal Folha de S.Paulo.
O acordo permitirá que os brasileiros que trabalham no Japão se aposentem por lá. A contribuição feita aqui no Brasil contará para que o governo do país asiático pague a aposentaria. Reciprocamente, os japoneses que moram no Brasil terão o mesmo tipo de benefício.
Em um evento no Japão, a chefe do setor de comunidades da Embaixada do Brasil em Tóquio, Patrícia Cortes, deixou claro que a negociação está muito perto de ser concretizada. “Existe toda uma burocracia, mas ele [o acordo] está em um momento final e nós gostaríamos muito de poder anunciá-lo em encontro em 1º de agosto”, disse Cortes, como relata o jornal.
Atualmente, lembra a Folha, 240 mil brasileiros moram no Japão, enquanto 90 mil japoneses vivem no Brasil.
Fonte: Radar Econômico
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