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Japão estuda distribuir cupons de compra e aumentar salário mínimo para ¥1.000 a hora

Governo poderá criar um dia de descontos nas lojas igual o ‘Black Friday’

¥1.000O governo do primeiro-ministro Shinzo Abe deu início a conversações sobre medidas de bem-estar e de estímulo para promover o crescimento econômico antes da próxima reunião do G7 programada para ser realizada em maio na província de Mie.

"É extremamente importante apresentar um roteiro sólido para alcançar uma economia de ¥600 trilhões", disse o primeiro-ministro, referindo-se à missão de mostrar aos países do G7 que o Japão está buscando um crescimento sustentável.

Em uma reunião do Conselho de Política Fiscal e Econômica na segunda-feira (4), Abe instruiu ministros para formular "medidas corajosas e convincentes" para ser incluído no seu plano fiscal e econômico a ser compilado por volta de junho.

Os membros do Conselho, com formação acadêmica e empresarial, estudam criar medidas como a distribuição de três tipos de cupons: de compra, para uso em supermercados e lojas; de criação de filhos, para uso em creches e cursos; e de viagem, para ajudar nas despesas de turismo interno.

O Conselho também sugeriu aumentar o salário mínimo para ¥1.000 a hora (atualmente é de ¥798) e de até criar um dia de descontos nas lojas parecido com o "Black Friday" nos Estados Unidos, para compensar o aumento do imposto sobre consumo (shouhizei) de 8 para 10 por cento em abril de 2017.

Mas ainda é incerto se o governo japonês vai mesmo aumentar o imposto, uma vez que o consumo do país continua lento em meio a um baixo crescimento dos salários na sequência da alta anterior do shouhizei de 5 para 8 por cento, em abril de 2014.
Fonte: Alternativa

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Sony reduzirá salários, contrariando o governo japonês

sede da sony japao
A Sony deverá cortar a média dos salários no ano que vem em uma rara iniciativa para uma grande empresa japonesa, em uma decisão que vai contra as recomendações do primeiro-ministro Shinzo Abe de ampliar a renda para acelerar a economia.

Pelo segundo ano, Abe está pressionando grandes companhias para elevar os salários no ano fiscal a partir de abril e impulsionar o investimento, para iniciar um ciclo positivo de salários mais altos, lucros e preços, pondo fim a 15 anos de deflação.

O principal sindicato japonês de trabalhadores da indústria eletrônica deverá demandar reajustes acima de 2 por cento, e a expectativa é que as companhias aprovem. A maior parte dos trabalhadores da Sony, no entanto, não pertence ao sindicato, e a média de salário da companhia de 8,85 milhões de ienes (74 mil dólares) está entre as maiores da indústria.

A Sony passa por uma dura reestruturação depois de reduzir suas projeções de lucro seis vezes em dois anos, e a companhia disse no início deste ano que irá revisar sua estrutura de salários pela primeira vez em uma década, sem detalhar as mudanças esperadas.

"Estamos neste momento estudando diversas questões, enquanto a Sony em geral está em uma situação difícil", disse o porta-voz Yo Kikuchi à Reuters.

"O atual sistema de recursos humanos foi estabelecido cerca de dez anos atrás, então, é hora de uma revisão." Redução salariais não são usuais no Japão, especialmente em grandes companhias com tradição de empregos estáveis e compensação baseada em idade. As empresas frequentemente ajustam-se aos tempos difíceis reduzindo bônus e o pagamento de horas extras e contratando menos funcionários recém-formados.
Fonte: Exame com Reuters

Banco Central japonês pede reforma mais ousada

O primeiro-ministro Shinzo Abe prometeu elevar o crescimento potencial para 2%, ante os atuais 0,5%

Banco Central japonêsO presidente do Banco do Japão, Haruhiko Kuroda, pediu nesta segunda-feira esforços mais ousados para elevar o potencial da economia como parte da campanha do G20 para impulsionar o crescimento global de longo prazo, mantendo a pressão em cima do primeiro-ministro para que apresente uma estratégia plausível de expansão econômica.

"Elaborar estratégias para o crescimento é o principal desafio do G20, então o Japão precisa fazer mais esforços sobre isso", afirmou Kuroda em reunião com executivos nesta segunda-feira.

O primeiro-ministro Shinzo Abe prometeu elevar o crescimento potencial para 2 por cento, ante os atuais cerca de 0,5 por cento.

Kuroda descreveu a meta como "ambiciosa, mas não impossível", caso haja esforços para desregular a economia e incentivar mulheres e estrangeiros a participar da força de trabalho.

As declarações foram feitas um dia antes de Abe apresentar sua nova estratégia de crescimento de longo prazo, que inclui medidas como cortes de impostos e reforma da previdência.
Fonte: Alternativa com Reuters

Desaceleração da economia japonesa põe Abenomics à prova

O PIB da terceira economia mundial cresceu 1,6% em 2013, mas os dados do quarto trimestre significam um desafio para Abe e sua política econômica

Executivos atravessam rua de Tóquio: desde vitória dos conservadores nas eleições do final de 2012, iene perdeu cerca de um quarto do valor com o dólar, dando estímulo às exportaçõesA economia japonesa desacelerou no último trimestre do ano passado, o que faz temer que o aumento de impostos previsto para abril possa fazer descarrilhar o projeto do primeiro-ministro Shinzo Abe para devolver o país ao caminho do crescimento.

O Produto Interno Bruto (PIB) da terceira economia mundial cresceu 1,6% em 2013 – seu melhor resultado em três anos – mas os dados do quarto trimestre significam um desafio para Abe e sua política econômica, a "Abenomics".

Desde a vitória dos conservadores nas eleições do final de 2012, com a promessa de devolver ao Japão seu status de potência econômica, o iene perdeu cerca de um quarto do valor com o dólar, dando um estímulo às exportações. A Bolsa de Tóquio subiu 57% em 2013, seu melhor resultado em mais de quatro décadas.

Contudo, os críticos temem que a alta prevista do IVA em abril, que passará de 5% a 8%, considerada crucial para reduzir a enorme dívida do país – vai minar a incipiente recuperação de uma economia lastrada por anos de deflação.

Abe pediu às empresas que aumentem os salários para que os consumidores possam enfrentar o aumento de preços, apesar de muitos empresários se queixarem de que ainda não tinham visto os lucros da política econômica do governo conservador.

Tóquio lançou um pacote de estímulo de 50 bilhões de dólares para contra-atacar os possíveis efeitos da primeira alta do IVA desde o final da década de 90, uma medida que precedeu anos de modesto crescimento.

Abe anunciou nesta segunda-feira que espera que as negociações trabalhistas desta primavera desemboquem em uma alta generalizada dos salários, apesar de que até agora não há sinais de que será assim.

"Esperamos que os salários aumentem mais que no ano passado", disse Abe ao parlamento. O ministro de Economia, Akira Amari, disse que a "demanda interna continua em boa forma".

"A tendência econômica está em alta, liderada pela demanda do setor privado", disse o ministro da Economia à imprensa nesta segunda-feira.

Apesar do tom otimista do governo japonês, os dados sobre o crescimento anual superaram modestamente os de 2012, antes da chegada de Abe ao poder.

Consumidores ainda cuidadosos
O consumo de particulares e empresas não conseguiu decolar na última metade do ano, colocando em evidência as reservas que ainda existem.

"É possível que a demanda se acelere antes que o IVA suba (no primeiro trimestre), mas cairá no segundo", prevê a Capital Economics.

O Japão liderou o crescimento do G7 na primeira metade do ano, mas no último trimestre, o PIB cresceu só 0,3%, muito inferior a 0,7% que esperavam os economistas, segundo o jornal econômico Nikkei.

A desaceleração se deve, em boa parte, ao medíocre resultado das exportações, disse Yoshiki Shinke, economista chefe do Dai-ichi Life Research Institute e ao aumento das importações de energia, após o acidente de Fukushima, que prejudicou o déficit comercial.

A força das economias mundiais, em particular nos Estados Unidos, será um fator chave para a economia japonesa este ano, disse Shinke.

Os resultados industriais de dezembro, publicados nesta segunda-feira, foram revisados para baixo a 0,9% em relação ao mês anterior, frente a 1,1% previsto inicialmente.

O aumento do IVA se apresenta como a maior ameaça para os esforços de Abe e gerou o temor de que o Banco de Japão (BoJ) possa ser forçado a injetar mais dinheiro à economia para conter a desaceleração.

O programa lançado pelo BoJ, que nesta segunda-feira iniciou uma reunião de dois dias, é a pedra angular da política de Abe, que alterna grande gasto e uma política monetária acomodatícia.

Também defende mais reformas, incluindo acordos de livre comércio, mais flexibilidade no mercado de trabalho e uma maior integração da mulher no mercado de trabalho.

A economia japonesa cresceu 1,4% em 2012 e se contraiu 0,5% em 2011, ano do terremoto e do tsunami que originou a crise nuclear.
Fonte: Exame com AFP

Shinzo Abe se concentrará em estratégia de crescimento

A economia japonesa tem apresentado um crescimento sólido neste ano, graças às duas "flechas" do plano macroeconômico do premiê

Shinzo Abe: primeiro-ministro japonês anunciou em junho pacote de medidas para estimular crescimento, mas maioria delas foi colocada em esperaCom a controversa decisão de elevar o imposto sobre vendas já tomada, o primeiro-ministro do Japão, Shinzo Abe, poderá se concentrar em sua estratégia para o crescimento econômico – a "terceira flecha" da chamada Abenomics – durante a sessão parlamentar que começa na próxima semana.

A economia japonesa tem apresentado um crescimento sólido neste ano, graças às duas "flechas" do plano macroeconômico do premiê: relaxamento monetário agressivo e gastos do governo. No entanto, tanto Abe quanto alguns economistas, afirmam que medidas destinadas ao crescimento são vitais para manter o ritmo e tirar o país dos 15 anos de deflação de uma vez por todas.

Abe anunciou em junho um pacote de medidas para estimular o crescimento, mas a maioria delas foi colocada em espera, já que precisa de legislação.

Em seguida à eleição realizada em julho para a Câmara Alta do Parlamento, que resultou no controle da coalizão de Abe sobre as duas câmaras, o governo transformou a aprovação de projetos de lei relacionados ao pacote de crescimento em sua maior prioridade.

"Nós gostaríamos de aprontar nossa estratégia de crescimento para implementação durante esta sessão do Parlamento", afirmou o secretário-chefe do gabinete, Yoshihide Suga. As medidas que provavelmente serão debatidas na sessão parlamentar que começa na terça-feira e vai até o início de dezembro são aquelas que reforçam a competitividade das companhias japonesas e criam zonas especiais de comércio.

O Japão teve expansão de 3,8% no segundo trimestre deste ano, a maior entre os países industrializados, e, na tentativa de contrabalançar o impacto do planejado aumento no imposto sobre vendas de 5% para 8%, a partir de abril do próximo ano, Abe pediu que o governo compilasse um pacote de estímulo de 5 trilhões de ienes. De todo modo, segundo economistas, sem mais medidas de reforma estrutural um crescimento sustentado é improvável.
Fonte: Exame com Dow Jones Newswires

Premiê do Japão pode reavaliar alta de imposto sobre vendas

Com uma alíquota de 5 por cento, Japão e Canadá têm os impostos de consumo equivalentes mais baixos na Organização de Cooperação e Desenvolvimento Econômico

No mais recente sinal, Abe ordenou um estudo de alternativas para implementar os aumentos do imposto sobre vendas, incluindo a adoção deles mais gradualmenteA mais significativa reforma fiscal do Japão em anos – um aumento planejado no imposto sobre vendas – pode ser adiado ou diluído em uma medida que pode afetar os mercados financeiros e acabar prejudicando o apoio ao primeiro-ministro.

Apesar de deter o mandato político mais forte de qualquer primeiro-ministro em anos, há sinais de que Shinzo Abe está seriamente reavaliando o plano devido à preocupação de que pode afetar uma nascente recuperação econômica que ele articulou com um agressivo mix de política, conhecido como Abenomics.

No mais recente sinal, Abe ordenou um estudo de alternativas para implementar os aumentos do imposto sobre vendas, incluindo a adoção deles mais gradualmente, disseram fontes do governo.

Abe diz que decidirá no outono (do hemisfério norte) sobre se irá proceder com a primeira parte do plano de duas partes após avaliar a situação da recuperação econômica, especialmente dados do Produto Interno Bruto (PIB) a serem divulgados em 9 de setembro.

O imposto, similar ao imposto geral sobre vendas e imposto sobre valor agregado em outros países, deve subir para 8 por cento em abril de 2014 e para 10 por cento em 2015.

Abe não quer elevar o imposto, dadas as prováveis repercussões econômicas e políticas, mas entende os riscos de agitar os mercados ao dar a impressão de voltar atrás em uma reforma prometida, disse uma pessoa envolvida nas políticas econômicas.

Com uma alíquota de 5 por cento, Japão e Canadá têm os impostos de consumo equivalentes mais baixos na Organização de Cooperação e Desenvolvimento Econômico, mostram dados da OCDE.
Fonte: Exame com Reuters

Abe promete concentrar forças para vencer deflação

A Abenomics, que é a política do primeiro-ministro que combina dinheiro fácil e gastos maciços do governo, vem sendo bem recebida pelos mercados

O primeiro-ministro do Japão Shinzo Abe: em uma pesquisa divulgada hoje, 53% dos eleitores afirmaram que votarão no partido de Abe na eleição para o Senado no próximo mêsO primeiro-ministro do Japão, Shinzo Abe, prometeu nesta quarta-feira (26) que concentrará seus esforços ao longo dos próximos três anos para superar a deflação, que pesa sobre a economia japonesa há mais de uma década.

"Eu entendo que superar a economia deflacionária que persiste no Japão há 15 anos não é tarefa fácil", disse Abe a jornalistas após a conclusão da sessão regular do Parlamento do país.

Abe disse que a coalizão governante, formada pelo Partido Democrático Liberal (PDL) e o Novo Komeito, terá como objetivo ganhar a maioria das cadeiras do Senado nas próximas eleições parlamentares, marcadas para julho.

Depois de alcançar estabilidade política, Abe afirmou que seu governo "vai basicamente se concentrar (em superar a deflação) nos próximos três anos".

A Abenomics, que é a política do primeiro-ministro que combina dinheiro fácil e gastos maciços do governo, vem sendo bem recebida pelos mercados e levou o governo de coalizão a um alto índice de aprovação. "Um país que perdeu seu poder econômico não pode exercer força na diplomacia ou na segurança nacional", disse Abe. "Meu foco será a difícil tarefa de reconstruir a nossa economia", acrescentou.

O foco na economia é uma tentativa de dissipar as dúvidas sobre o compromisso de Abe de avançar com medidas de reforma estrutural, que são vistas como fundamentais para transformar a melhora no sentimento do mercado em uma recuperação da economia real.

Em uma pesquisa divulgada hoje, 53% dos eleitores afirmaram que votarão no partido de Abe na eleição para o Senado no próximo mês.
Fonte: Exame com Dow Jones Newswires

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