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Toyota celebra 60 anos de atividades no Brasil

Operações começaram com a montagem do utilitário Bandeirantetoyota Etios brasilO ano de 2018 é muito especial para a Toyota do Brasil, pois marca o sexagésimo aniversário da empresa no País. Ao longo dessa trajetória, a empresa participou do desenvolvimento industrial e econômico brasileiro e se orgulha dos grandes investimentos feitos em sua operação local.

“Quando penso na trajetória da Toyota no Brasil desde o início, me sinto orgulhoso da nossa Família Toyota, responsável por essa história de sucesso neste grandioso País. Ao comemorarmos 60 anos, nossa matriz no Japão está de olho no futuro, por isso, nossa principal mensagem neste momento é ‘Reinventando o Futuro’. A Toyota quer ser protagonista da transformação que a indústria automotiva está passando. Novas tecnologias ambientalmente responsáveis, como o sistema híbrido presente no Prius, são apenas o primeiro passo e tenho certeza que o Brasil terá um papel importante em nosso futuro”, celebra Steve St.Angelo, CEO da Toyota para a América Latina e Caribe e Chairman da Toyota do Brasil e Argentina.

Atualmente, são quatro fábricas nas cidades paulistas de Indaiatuba, Sorocaba, Porto Feliz e São Bernardo do Campo, cidade também que abriga um Centro de Pesquisa Aplicada e um Centro de Design. Além disso, são três centros de distribuição de veículos em Guaíba (RS), Vitória (ES) e Suape (PE), um centro de distribuição de peças em Votorantim (SP), um escritório de representação em Brasília (DF) e mais de 5.800 colaboradores.

Com o tema “Reinventando o Futuro”, a Toyota pretende celebrar esses 60 anos de Brasil olhando para frente. Neste ano, a marca trabalha em grandes projetos, sendo o mais importante deles o lançamento do Yaris, modelo que se encaixará entre o compacto Etios e o sedã médio Corolla no portfólio da empresa no Brasil, com início de vendas previsto para o segundo semestre de 2018.

História
A Toyota iniciou suas operações no Brasil em 23 de janeiro de 1958, com a instalação de um escritório no centro da cidade de São Paulo. Em dezembro desse mesmo ano, também em São Paulo, inaugurou sua primeira linha de montagem, começando desta maneira suas atividades como fabricante de veículos no País.

Cinco meses mais tarde, a Toyota lançou o primeiro veículo Land Cruiser, na modalidade CKD (Complete Knock-Down), que recebeu o nome de Bandeirante. Em 1961, a Toyota adquiriu um terreno em São Bernardo do Campo (SP), onde instalou a primeira unidade industrial da Toyota fora do Japão. E, a partir de 1962, passou a fabricar o modelo Bandeirante nacional, que durante 40 anos se posicionou como referência no mercado de utilitários.

Em outubro de 1999, a Toyota do Brasil celebrou a produção de 100 mil unidades do utilitário. Em novembro de 2001, com o encerramento da produção da linha Bandeirante, a unidade de São Bernardo do Campo passou a fabricar autopeças. Com a compra de um novo terreno de 1,5 milhão de metros quadrados na cidade de Indaiatuba, no interior do Estado de São Paulo, e com o posterior investimento de US$ 150 milhões, a Toyota do Brasil iniciou, em 1996, a construção de sua segunda fábrica no País, destinada à produção do Corolla, que teve início em setembro de 1998. Dois anos mais tarde foram investidos outros US$ 300 milhões para a modernização e ampliação estrutural da fábrica.

Este novo aporte marcou o início da produção do Novo Corolla, a partir de junho de 2002. Em março de 2017, a unidade fabril comemorou a marca de 1 milhão de Corollas produzidos no Brasil, reflexo do sucesso absoluto do sedã médio mais vendido do País.

Outro passo importante para o crescimento da Toyota no Brasil foi a inauguração do Centro de Distribuição de Guaíba, na Grande Porto Alegre, em março de 2005.

A instalação tornou-se o portal das operações logísticas da Toyota entre o Brasil e a Argentina, para recebimento dos utilitários Hilux e SW4 e de peças de reposição produzidas na planta de Zárate (Argentina), por via rodoviária. Ocupando 2,5 mil metros quadrados de área construída, em um terreno de 58 mil metros quadrados, o Centro de Guaíba, além de receber e distribuir os veículos e peças produzidos em Zárate para todo território nacional, executa as operações de checagem e ajuste de montagem, para que estes se adaptem à legislação brasileira.

Expansão
Em agosto de 2012, mais um marco para a empresa no País foi a inauguração de sua terceira unidade fabril, desta vez em Sorocaba (SP), responsável pela produção do compacto Etios em suas versões hatchback e sedã. Fruto de investimento inicial de US$ 600 milhões, a unidade é um marco na operação brasileira, pois reúne atributos das plantas mais modernas da Toyota em todo o mundo.

A habilidade dos mais de 1.900 colaboradores da unidade sorocabana permitiu à Toyota realizar melhorias profundas na família Etios. Foram 14 mudanças no produto, desde o seu lançamento, em setembro de 2012, tornando o compacto da marca um sucesso de vendas. No ano passado, o modelo ultrapassou pela primeira vez em sua história a casa das 70 mil unidades vendidas (hatchback e sedã).

Nesta curta história, a unidade que foi inaugurada para produzir 74 mil veículos por ano, foi expandida a partir de janeiro de 2015 e hoje possui capacidade para fabricar 108 mil unidades anualmente. Além disso, está recebendo investimentos adicionais de R$ 1 bilhão para receber equipamentos para a produção do Yaris.

Em 2013, foi lançado o Prius, primeiro automóvel híbrido de produção em massa do mundo, que chegou ao mercado brasileiro com a missão de disseminar o avanço da tecnologia híbrida no País. Desde então, ele se tornou líder isolado em seu segmento, com vendas totais de 3.504 unidades desde seu lançamento.

Em dezembro de 2015, a empresa inaugurou um novo centro de distribuição de veículos, localizado próximo à área portuária de Suape, região metropolitana de Recife (PE). Com investimento inicial de R$ 2,4 milhões e área total de 23 mil metros quadrados, o centro tem capacidade para receber cerca de 40 mil unidades por ano e contribuiu para aprimorar a operação logística da empresa na região Nordeste, atendendo de forma ainda mais eficiente os clientes daquela região.

SBC Reborn
Em fevereiro de 2015, a Toyota deu início ao projeto “São Bernardo Reborn”. Dividido em três fases, a iniciativa, que teve um aporte total de R$ 70 milhões, tem como principal objetivo a revitalização da planta de São Bernardo do Campo (SP). A primeira etapa marcou a implantação do terceiro turno no setor de forjaria da planta, que passou a produzir peças para abastecer a vindoura fábrica de motores em Porto Feliz (SP), além da transferência da sede administrativa da Toyota de São Paulo para o ABC paulista.

A segunda etapa, realizada em agosto de 2016, consistiu na inauguração do primeiro Centro de Pesquisa Aplicada da marca na América Latina, concebido para integrar atividades relacionadas à pesquisa e desenvolvimento de novos produtos e fornecedores. Ali, foram alocados os departamentos de Engenharia, Compras, Regulamentação Veicular e Qualidade Assegurada, permitindo maior interação e sinergia entre as áreas para constituição de futuros projetos. Nas novas instalações foi construído, ainda, um centro de design de produto, que já trabalhou, por exemplo, nas mudanças de desenho do atual Etios.

Em agosto de 2017, a terceira etapa do projeto foi concluída com a inauguração do Centro de Visitas da montadora, um dos mais tecnológicos da empresa em todo o mundo. Concebido para oferecer aos participantes uma experiência de imersão ao universo Toyota, além de abrir as portas da empresa para os mais diversos públicos da região do ABC e do Brasil, o Centro de Visitas leva os participantes a uma viagem pela história da empresa, seu passado, presente e futuro, destacando as atividades mais importantes.

O local atenderá, a partir do final de janeiro deste ano, uma lista de espera de pedidos universitários. Até o início do segundo semestre, ocorrerá a abertura de inscrições ao público em geral, por meio de um hotsite, que será divulgado posteriormente. A partir do final de fevereiro, o Centro de Visitas fará ainda parte do Programa de Turismo Industrial de São Bernardo do Campo, desenvolvido pela prefeitura da cidade.

Consolidação da operação
Em maio de 2016, a empresa inaugurou sua fábrica de motores na cidade de Porto Feliz (SP), responsável por produzir os modernos, eficientes e duráveis propulsores Dual VVT-i 1.3L e 1.5L, de quatro cilindros, flex fuel e gasolina, que equipam o compacto Etios comercializado no Brasil e em diversos países da América Latina.

A unidade, que recebeu investimentos da ordem de R$ 580 milhões e emprega aproximadamente 430 colaboradores, possui a mais avançada e inovadora tecnologia de processos de produção, além de deter elevado grau de automação industrial, congregando máquinas de alta precisão dentro de cada estágio da linha de montagem.

Neste curto período de existência, Porto Feliz já conta com um feito importante: em abril de 2017, menos de um ano de sua abertura, a planta bateu a marca de 100 mil unidades produzidas de motores 1.3L e 1.5L do Etios.

Em setembro do ano passado, a Toyota firmou compromisso de investir mais R$ 600 milhões com o objetivo de ampliar esta planta para a fabricação de propulsores para outros automóveis da marca produzidos no País a partir do segundo semestre de 2019.

Além disso, em 2016 a Toyota do Brasil alcançou sua melhor colocação no ranking nacional de vendas e a maior participação de mercado em toda a sua história no País, terminando aquele ano na 5ª posição do mercado.

A linha atual de produtos Toyota vendida no Brasil é composta pelo compacto Etios nas versões hatchback e sedã, pelo sedã médio Corolla, pela Hilux e SW4 e pelos modelos importados do Japão: RAV4, Prius e Camry. A linha Lexus, marca de luxo da Toyota, é vendida no Brasil por meio dos modelos NX300, RX350, CT200h e ES350.
Fonte: Alternativa

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Regras sobre pensão alimentícia ficam mais rígidas no Brasil a partir de 6ª

Quem não pagar o valor devido poderá ser preso em regime fechado

pensão alimentíciaA partir desta sexta-feira (18), as regras do Novo Código de Processo Civil começam a valer. Com isso, a lei que normatiza o pagamento de pensão alimentícia passará por mudanças significativas no que diz respeito ao rigor da cobrança de parcelas atrasadas. Critérios e valores aos quais dependentes têm direito, por sua vez, permanecem como estão.

Entre as principais alterações no caso das cobranças estão os fatos de que, no novo CPC, quem não pagar o valor devido, poderá ser preso em regime fechado, ter o nome negativado — inscrito no Serasa ou no SPC –, além de ver a dívida debitada diretamente do salário.

O advogado Márcio Marques, professor da Faculdade Estácio e coordenador do Núcleo de Práticas Jurídicas da instituição, em Recife, listou os principais pontos que se alteram com novo Código Processual Civil no que se refere a cobranças devidas. Confira:

O que muda
– Devedor passa a ter o nome automaticamente inscrito nos órgãos de proteção ao crédito
A partir das novas regras, o juiz, recebendo a cobrança de não pagamento de determinado benefício — por meio do chamado Processo de Ação de Execução de Alimentos –, efetuará o protesto judicial. Ou seja, caso o executado, no prazo de três dias, não efetue o pagamento, não prove que o efetuou ou não apresente justificativa da impossibilidade de efetuá-lo, antes mesmo da prisão civil, terá o nome incluído no banco de dados do SPC e do Serasa, gerando o cadastro como inadimplente.

"Trata-se de tornar público aos agentes que concedem crédito sobre a situação de devedor dessa pessoa", explica o professor Márcio Marques.

Até então, a inscrição do nome do devedor poderia ocorrer por meios informais. "A própria parte que cobrava o débito precisava apresentar essa requisição, sendo que a inscrição do nome muitas vezes não era sequer aceita", explica Marques.

– Prisão do devedor em regime fechado
"A regra até então vigente era omissa com relação ao regime de prisão do devedor, apesar de determinar a prisão, muitas vezes os devedores acabavam ficando juntamente com presos temporários, em uma espécie de semiliberdade", explica o advogado.

Com as novas regras, no entanto, o regime de prisão é claro e definido como fechado, separado dos presos comuns, por 1 a 3 meses. No regime fechado, o preso não pode deixar a detenção.

– Descontos de até 50% do salário líquido
A nova regra cria a possibilidade de desconto do valor devido, de forma parcelada, diretamento do salário do devedor, em um limite de até 50% de seus vencimentos líquidos no caso de execução de assalariado ou aposentado. "Antes não havia uma regra nesse sentido. Baseava-se em um entendimento de jurisprudência em que se falava que esse limite seria de 30%, mas não era algo normatizado como agora", pontua o professor de Direito.

O salário líquido, nesse caso, equivale ao que o devedor recebe descontadas, apenas, taxas legais e contratuais com o empregador. "Ou seja, nesse limite de desconto de 50% não se leva em consideração se o devedor tem um crédito consignado, por exemplo. O valor considerado é o do salário bruto, subtraídos os descontos legais", pontua o advogado. Nesses casos, até mesmo a conta bancária do devedor pode ser bloqueada.

– Validade de qualquer compromisso extrajudicial
Mesmo que a pensão alimentícia tenha sido firmada entre as partes em um compromissão extrajudicial — como por meio de mediação ou de contratos — no caso de não cumprimento do acordo são válidas as mesmas regras da cobrança judicial. "Anteriormente, seria preciso, primeiro, reconhecer judicialmente esse compromisso, agora não", pontua Marques.

O que se mantém
– Prazo para entrar com a ação
A partir do primeiro mês de débito é possível solicitar a prisão do devedor. O mandado de prisão só é emitido, no entanto, após a terceira parcela devida. A prisão não afasta o débito e não exime o executado do pagamento das prestações vencidas, nem dos que continuam correndo.
Fonte: Alternativa com Agência Brasil

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