Archive for the ‘emprego no Japão’ Category

Empresas contrataram mais trabalhadores efetivos em abril

Seishahin (trabalhadores efetivos) estão aumentando no Japão. Mas contratos temporários também aumentaram. Veja como foi o crescimento em números.

aumento-de-trabalhadores-no-japaoSegundo informações do Ministério da Saúde, Trabalho e Bem-Estar Social divulgadas na terça-feira (31), abril marcou o décimo sétimo mês consecutivo de aumento dos contratos de trabalho efetivo.

No primeiro mês do atual ano fiscal, que começou em abril, foram assinados 810 mil contratos de trabalhadores efetivos, ou seja, seishain.

Este total representa aumento de 2,5% se comparado ao mesmo período de 2015. Atualmente, os trabalhadores efetivos somam 33,7 milhões de pessoas, de ambos os sexos, ou 63,2% da força de trabalho japonesa.

Já os contratos temporários marcaram o quinto mês consecutivo de alta. Em abril foram contratados 230 mil novos trabalhadores temporários, somando 19,6 milhões ou 36,8% do total da força de trabalho local.Se comparado a abril de 2015, o aumento foi de 1,2%.

No entanto, entre os trabalhadores temporários houve queda nos contratos denominados “por tempo determinado” (keiyaku shain) e também de arubaitos (muitos trabalhadores brasileiros são contratados como keiyaku shain).

Entre os trabalhadores efetivos, 68% são do sexo masculino. Nos contratos temporários, os homens representam 33% do total.
Fonte: Portal Mie com Ministério da Saúde, Trabalho e Bem-Estar Social

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Meu trabalho: Trabalho pensando no meu filho

Ricardo AizawaDos dez netos que têm, Reiko e Yoshimi Aizawa só não conhecem o Vitor, que completa quatro anos agora em julho. Ricardo já prometeu aos pais que na próxima viagem ao Brasil vai levar o filho e apresentar Ouro Verde ao garoto. A cidade tem pouco mais de 7 mil habitantes e fica perto de Presidente Prudente, no interior de São Paulo. Foi lá que Ricardo cresceu e estudou até o segundo grau, até resolver vir ao Japão.

O sítio Aizawa, com plantação de goiaba, uva e fruta do conde, mudou muito desde então, graças ao esforço de Ricardo e dos irmãos que trabalharam como operários no Japão para dar conforto aos pais sitiantes. Instalaram telefone, sistema de irrigação e compraram um carro para o casal Reiko e Yoshimi.

Eles nunca vieram ao Japão nem a passeio, mas não parecem muito preocupados com isso. Mais do que viajar para cá, esperam que Ricardo leve o neto pra lá.

Mas a vida dele tem sido atribulada, como é também para a maioria dos 180 mil brasileiros residentes no Japão. Faz quatro anos que Ricardo é líder de produção numa fábrica que produz cartuchos de toner de impressora da Konica Minolta, em Toyohashi (Aichi) .

¨Não é um trabalho pesado. Faço a ponte entre o pessoal de linha (todos brasileiros) e os chefes (japoneses). Desgasta um pouco, mas encontro forças no meu filho. Trabalho pensando no futuro dele, na educação do menino. Não quero que ele passe pelas mesmas coisas que eu passei¨, afirma Ricardo.

Até o ano passado, a jornada na fábrica era de doze horas. Atualmente, ele trabalha oito horas por dia, de segunda a sexta-feira. A renda caiu, mas em compensação ganhou mais tempo para se dedicar ao filho.

A linha que Ricardo comanda tem seis brasileiros e cota diária de 1.290 peças para montar. O grupo coloca parafusos, uma placa para não vazar o pó de toner e ainda precisa fechar o cartucho, antes de repassá-lo para a etapa seguinte. No total são 30 conterrâneos na fábrica. Ricardo sempre foi da turma da noite. ¨É mais interessante, porque o ganho aumenta com o adicional noturno de 25%.¨

Quando chegou vinte anos atrás com passagem financiada, Ricardo tinha apenas 18 anos e alguns sonhos. Um deles era juntar dinheiro e comprar um carro com boa mecânica. Chegou a adquirir um Altezza da Toyota para mexer nele como queria. Sempre teve interesse nisso, tanto que pensava em trabalhar como mecânico quando retornasse ao Brasil.

Mas os planos foram mudando com o tempo e as circunstâncias. Ricardo não voltou em dois anos como planejado. Da fábrica de bolos, seu primeiro emprego, ele foi montar peças para motos da Suzuki e depois trabalhar em uma fábrica ligada à Panasonic e outra de autopeças.

A crise financeira de 2008 não poupou Ricardo. No curto período em que esteve desempregado, ele fez bicos como pintor de casa e entregador de marmitas brasileiras, até ser chamado para o atual emprego.

Nessa trajetória, Ricardo não se descuidou do nihongo. Embora filho de mãe japonesa e pai nissei, não costumava usar o japonês em casa. Aprendeu a língua no dia a dia da fábrica, o que o ajudou a conquistar a função de líder. ¨É bom saber o idioma, porque os chefes são japoneses¨, diz. ¨Conhecer a cultura da empresa também evita atritos com os superiores. O Japão ensina muita coisa, como o respeito ao próximo. Essa é uma grande lição pra vida¨, afirma.
Fonte: IPC Digital
shigoto.com.br
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Sukiya deixará de funcionar 24 horas no Japão

A medida abrange mais de 60 por cento das unidades existentes no Japão, que não abrirão de madrugada

Sukiya no JapãoA rede de restaurantes Sukiya informou nesta terça-feira que mais de 60 por cento das unidades existentes no Japão deixarão de ter funcionamento 24 horas a partir desta quarta-feira, dia 1º.

Segundo a emissora NHK, o novo horário dos 1.167 restaurantes que entram na decisão da empresa é das 5h (da manhã) até as 24h. Ou seja, não ficam mais abertos de madrugada.

A rede Sukiya, cujo prato principal é o gyudon (tigela de arroz com fatias finas de carne cozida com cebola), sofria reclamações dos funcionários que eram obrigados a fazer longas jornadas de trabalho.

Além disso, para cortar custos com folha de pagamento, muitas unidades operavam de madrugada com apenas um funcionário, o que comprometia o serviço de bom atendimento ao cliente.

A rede, que já sofria com a falta de funcionários, não conseguiu reunir trabalhadores temporários suficientes para manter os restaurantes funcionando em horário integral.

Para resolver esses problemas, a empresa decidiu cortar o funcionamento 24 horas da maioria das unidades. Uma reversão da medida no futuro dependerá da situação econômica, disse a rede.

A rede Sukiya tem ao todo 1.981 unidades no Japão, e destas 1.843 funcionam 24 horas por dia até setembro, mas apenas 589 manterão esse horário a partir de outubro.
Fonte: Alternativa

Taxa de desemprego se manteve em 4% em novembro no Japão

O número de desempregados se situou em 2.490.000.

Taxa de desemprego se manteve em 4% em novembro no JapãoA taxa de desemprego no Japão se manteve em novembro em 4% pelo terceiro mês consecutivo, informou nesta sexta-feira o governo.

Em novembro, o número de desempregados se situou em 2.490.000, 110 mil pessoas ou 4,2% menos com relação ao mesmo mês de 2012, segundo um relatório do Ministério do Interior e Comunicações.

A disponibilidade de emprego em novembro foi a melhor do Japão nos últimos seis anos, já que se situou em 100 postos de trabalho ofertados para cada 100 pessoas que buscam emprego.

É a primeira vez que o número de empregos ofertados se situa nesse nível desde outubro de 2007, um ano antes da quebra do Lehman Brothers que precipitou o início da crise financeira global.

Esta melhora do mercado de trabalho parece vir pelas mãos da recuperação econômica que o Japão registrou este ano impulsionada pelo programa de reforma econômica do primeiro-ministro Shinzo Abe, conhecido popularmente como "Abenomics".

O "Abenomics", que procura acabar com a deflação e tirar o Japão da estagnação econômica, motivou até agora uma forte queda do iene que ajudou a aumentar os lucros de muitas empresas que optam agora por potencializar a contratação.

Por indústrias, o setor médico e de prestações sociais criou 240 mil novos empregos, enquanto a manufatureira, na qual se incluem os grandes fabricantes de automação e eletrônica, criou 80 mil novos postos de trabalho.
Fonte: IPC Digital com Efe

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