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Japão: pesquisa revela que as prefeituras querem trabalhadores estrangeiros

trabalhadores-estrangeirosA Kyodo News realizou uma pesquisa nas 1.620 municipalidades do Japão, no período de maio a julho deste ano e obteve respostas de 93% delas. O resultado foi divulgado em 23 deste mês e o Tokyo Shimbun fez uma compilação desses dados, no dia seguinte. Em 80% desses municípios, vilas e vilarejos há registro da presença de estagiários estrangeiros.

Quase um terço (32%) das municipalidades admite que necessita dos trabalhadores estrangeiros, especialmente dos estagiários chamados de jisshusei. Os motivos mais frequentes foram garantir mão de obra local e no sentido de frear o declínio da população.

As cidades que mais necessitam de recursos humanos estrangeiros, segundo a pesquisa, são as prósperas na agricultura, silvicultura e piscicultura, nas províncias de Kagawa (63% dos municípios), Ooita (58%) e Ehime (53%).

Em respostas múltiplas, as prefeituras que necessitam estrangeiros apontaram os “porques” disso: precisam garantir recursos humanos (67%), processo de internacionalização (50%) e aumento da arrecadação de impostos (29%).

“Nem sim nem não”

55% das respostas foram “nem sim nem não”, o que traduzem problemas enfrentados pelas municipalidades como a dificuldade financeira dos estrangeiros para o seu sustento e outras relacionadas à vida e educação das crianças. Foram muitas as que solicitam melhores condições salariais para esses estagiários (42%). Por isso, essas prefeituras se sentem desconcertadas em relação ao aumento dos mesmos. Tanto que elas levantaram uma forte voz no sentido de realizar melhorias também no aumento do tempo de estadia (16%) ou manutenção do sistema de estagiário (15%).

Há 467 municipalidades que possuem muitos estrangeiros residentes, mas nessas, o maior número é de estagiários asiáticos, segundo dados das prefeituras fechados em janeiro deste ano. Dentre todas as prefeituras, 87% delas já tem registrados estrangeiros com visto permanente e muitos fixaram residência no local.

Somente 13% dessas municipalidades responderam que não necessitam de recursos humanos estrangeiros.
Fonte: IPC Digital

Meu trabalho: Trabalho pensando no meu filho

Ricardo AizawaDos dez netos que têm, Reiko e Yoshimi Aizawa só não conhecem o Vitor, que completa quatro anos agora em julho. Ricardo já prometeu aos pais que na próxima viagem ao Brasil vai levar o filho e apresentar Ouro Verde ao garoto. A cidade tem pouco mais de 7 mil habitantes e fica perto de Presidente Prudente, no interior de São Paulo. Foi lá que Ricardo cresceu e estudou até o segundo grau, até resolver vir ao Japão.

O sítio Aizawa, com plantação de goiaba, uva e fruta do conde, mudou muito desde então, graças ao esforço de Ricardo e dos irmãos que trabalharam como operários no Japão para dar conforto aos pais sitiantes. Instalaram telefone, sistema de irrigação e compraram um carro para o casal Reiko e Yoshimi.

Eles nunca vieram ao Japão nem a passeio, mas não parecem muito preocupados com isso. Mais do que viajar para cá, esperam que Ricardo leve o neto pra lá.

Mas a vida dele tem sido atribulada, como é também para a maioria dos 180 mil brasileiros residentes no Japão. Faz quatro anos que Ricardo é líder de produção numa fábrica que produz cartuchos de toner de impressora da Konica Minolta, em Toyohashi (Aichi) .

¨Não é um trabalho pesado. Faço a ponte entre o pessoal de linha (todos brasileiros) e os chefes (japoneses). Desgasta um pouco, mas encontro forças no meu filho. Trabalho pensando no futuro dele, na educação do menino. Não quero que ele passe pelas mesmas coisas que eu passei¨, afirma Ricardo.

Até o ano passado, a jornada na fábrica era de doze horas. Atualmente, ele trabalha oito horas por dia, de segunda a sexta-feira. A renda caiu, mas em compensação ganhou mais tempo para se dedicar ao filho.

A linha que Ricardo comanda tem seis brasileiros e cota diária de 1.290 peças para montar. O grupo coloca parafusos, uma placa para não vazar o pó de toner e ainda precisa fechar o cartucho, antes de repassá-lo para a etapa seguinte. No total são 30 conterrâneos na fábrica. Ricardo sempre foi da turma da noite. ¨É mais interessante, porque o ganho aumenta com o adicional noturno de 25%.¨

Quando chegou vinte anos atrás com passagem financiada, Ricardo tinha apenas 18 anos e alguns sonhos. Um deles era juntar dinheiro e comprar um carro com boa mecânica. Chegou a adquirir um Altezza da Toyota para mexer nele como queria. Sempre teve interesse nisso, tanto que pensava em trabalhar como mecânico quando retornasse ao Brasil.

Mas os planos foram mudando com o tempo e as circunstâncias. Ricardo não voltou em dois anos como planejado. Da fábrica de bolos, seu primeiro emprego, ele foi montar peças para motos da Suzuki e depois trabalhar em uma fábrica ligada à Panasonic e outra de autopeças.

A crise financeira de 2008 não poupou Ricardo. No curto período em que esteve desempregado, ele fez bicos como pintor de casa e entregador de marmitas brasileiras, até ser chamado para o atual emprego.

Nessa trajetória, Ricardo não se descuidou do nihongo. Embora filho de mãe japonesa e pai nissei, não costumava usar o japonês em casa. Aprendeu a língua no dia a dia da fábrica, o que o ajudou a conquistar a função de líder. ¨É bom saber o idioma, porque os chefes são japoneses¨, diz. ¨Conhecer a cultura da empresa também evita atritos com os superiores. O Japão ensina muita coisa, como o respeito ao próximo. Essa é uma grande lição pra vida¨, afirma.
Fonte: IPC Digital
shigoto.com.br
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Trabalho no Japão

Informações importantes para aqueles que querem trabalhar no Japão

Atualmente vivem no Japão cerca de trezentos e dezessete mil brasileiros, a maioria composta por trabalhadoras e trabalhadores que viajaram em busca de melhores oportunidades de emprego e renda.

O Governo brasileiro, preocupado com os efeitos da crise econômica internacional e, em particular, com suas conseqüências sobre a comunidade brasileira que vive no Japão, tomou a iniciativa de elaborar um roteiro prático para os brasileiros que desejam trabalhar naquele país. A lista de cuidados abaixo relacionada tem por objetivo alertar esses compatriotas para os problemas que poderão vir a enfrentar após sua chegada à cidade de destino no Japão.

MERCADO DE TRABALHO – a crise internacional está produzindo impactos expressivos no Japão. A atividade econômica sofreu redução drástica nos últimos meses com efeitos diretos sobre o mercado de trabalho, tanto industrial como de serviços. O grupo mais afetado neste momento é o de trabalhadores temporários, cujos empregos são mais vulneráveis que aqueles com vínculos empregatícios mais antigos. A grande maioria dos brasileiros residentes no Japão encontra-se, atualmente, em regime de contrato temporário. É importante ter presente que a dispensa de trabalhadores brasileiros não configura necessariamente qualquer tipo de discriminação com relação aos nossos compatriotas e sim uma dura conseqüência dos tempos difíceis pelos quais atravessa a economia japonesa.

CONTRATO DE TRABALHO – os contratos firmados com as empreiteiras (“hakens”) que arregimentam mão-de-obra no Brasil devem ser mais detalhados e definir com precisão as responsabilidades das duas partes. Lembre-se de que as “hakens” são empresas que lucram com a contratação de trabalhadores no Brasil e que, muitas vezes, não cumprem suas responsabilidades e nem sempre apresentam a realidade. Outro fato que se deve ter presente é o aumento do desemprego no Japão. Como conseqüência, a grande maioria dos postos de trabalho oferecidos aos estrangeiros tem sido em regime temporário, com poucas responsabilidades por parte do empregador. A maioria dos contratos tem-se limitado a um período inicial de apenas 3 meses. É importante, se possível, obter contratos de maior duração. Normalmente os contratos incluem a passagem aérea, que será paga sob a forma de desconto mensal no salário, e prevêem moradia para o empregado durante a vigência do vínculo empregatício.

PASSAGEM AÉREA – recomenda-se solicitar, quando possível, passagem de ida e volta ao Brasil e não desfazer-se ou vender o bilhete de volta. O preço do trecho de retorno terá praticamente o mesmo valor, ou poderá ser até mais caro que o de ida e volta e, em caso de necessidade, onerar de forma preocupante o compatriota que desejar ou for obrigado a voltar para o Brasil. É altamente recomendável, ademais, que o trabalhador guarde consigo seu passaporte ao chegar no Japão. A retenção do passaporte do empregado por parte de terceiros constitui uma ilegalidade prevista pela lei brasileira e por tratados internacionais.

MORADIA – a oferta de moradia gratuita está normalmente vinculada à vigência do contrato de trabalho. Uma vez terminado o contrato, o trabalhador em geral é obrigado a desocupar o imóvel de forma imediata ou em prazo não superior a 3 meses. A moradia é item extremamente caro no Japão.

SEGURO SAÚDE E DESEMPREGO – o trabalhador temporário normalmente não tem direito a qualquer tipo de seguro. Somente contratos acima de um ano permitem o benefício do seguro desemprego e de saúde. Além do mais, o tempo de contribuição social no Brasil não contará no Japão, pois o acordo previdenciário entre os dois países ainda está em fase de negociação. O Governo brasileiro tem feito grandes esforços junto às autoridades japonesas no sentido de oferecer instrumentos adequados para minimizar a questão do desemprego e de apoio aos desempregados. Há o compromisso, por parte do Ministério do Trabalho japonês, de aumentar o número de pessoas que falam português nas agências públicas de oferta de empregos (tal como a “Hello Work”). Apesar da disposição demonstrada pelas autoridades japonesas, a oferta de postos de trabalho tem sido menor que a demanda. Os brasileiros desempregados concorrem, portanto, com os próprios japoneses à procura de novos empregos.

ESCOLA – para os compatriotas que pretendem trazer suas famílias, e principalmente, filhos em idade escolar, é preciso estar consciente de que no Japão há várias escolas que ministram cursos em português e seguem o currículo brasileiro, inclusive algumas escolas reconhecidas pelo MEC. No entanto, a mensalidade dessas escolas é muito alta. As autoridades japonesas estão incrementando cursos de capacitação profissional e oferecendo curso de japonês gratuito para estrangeiros nas escolas públicas. Caso decida vir para o Japão, procure a prefeitura de sua cidade de destino e informe-se sobre as aulas gratuitas de japonês para adultos e crianças. O domínio do idioma japonês é a melhor maneira para integrar-se à sociedade japonesa e estar melhor qualificado para encontrar trabalho.

LÍNGUA JAPONESA – o idioma constitui uma barreira real no Japão. Apesar da disseminação do inglês e mesmo de noções de português em algumas áreas de maior concentração de brasileiros, não falar japonês cria enormes dificuldades de comunicação na vida cotidiana e constitui elemento limitador grave para a obtenção de trabalho, desde os postos mais básicos aos mais especializados. O aumento do desemprego tem estimulado muitos empregadores a exigir o domínio da língua japonesa para a contratação de mão-de-obra.

CULTURA JAPONESA – finalmente, é preciso ter presente que a cultura japonesa é muito diferente da brasileira, ainda que os laços entre o Brasil e o Japão sejam estreitos. Esse fato se reflete nas formas de convivência social, nos costumes e hábitos alimentares e, às vezes, pode gerar dificuldades no contato diário de brasileiros com a sociedade japonesa.

Em caso de dúvidas, por favor entre em contato com agentes do Governo brasileiro por intermédio dos seguintes endereços eletrônicos:

Embaixada do Brasil em Tóquio: comunidade@brasemb.or.jp

Consulado-Geral em Nagóia: consulado@consuladonagoya.org

Consulado-Geral em Tóquio: consbras@gol.com

Consulado-Geral em Hamamatsu: info@consbrashamamatsu.jp

Portal Consular do MRE: http://www.abe.mre.gov.br

Fonte: Portal Consular

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