Japão planeja reduzir idade necessária para tirar habilitação de táxi e ônibus

País sofre com a falta de mão de obra e queda no número de motoristas

motorista taxi
A escassez de mão de obra no Japão vem atingindo também o setor de transportes, com um número de motoristas cada vez mais baixo.

A Agência Nacional de Polícia do Japão (NPA, em inglês) iniciou na quinta-feira (12) uma reunião avaliativa com especialistas, para decidir regras mais brandas que facilitem a aquisição da habilitação necessária para dirigir veículos de transporte de passageiros, como táxi e ônibus.

Uma das regras atuais é que o motorista interessado precisa ter mais de 21 anos. A NPA pensa em reduzir a idade, permitindo assim que pessoas mais jovens, como os recém-graduados no ensino médio (koukou) possam se tornar motorista.

Atualmente, a habilitação para táxi e ônibus pode ser tirada três anos após a obtenção da licença comum para carros, mas a intenção é de reduzir esse período para dois anos.

De acordo com uma reportagem do jornal Yomiuri, o envelhecimento populacional é uma das razões da atual escassez de trabalhadores neste setor.

A Federação Japonesa das Asssociações de Hire e Taxi informou que havia 380 mil motoristas registrados em 2005 e que este número caiu para 300 mil em 2015. Com a falta de trabalhadores, as operações de táxi também reduziram no país.

Os dados da Federação também indicam que a idade média de um motorista de táxi aumentou para 58,7 anos em 2014, em relação aos 54,9 anos em 2005.
Fonte: Alternativa

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Crescimento econômico do Japão no 4º trimestre é revisado para cima

O resultado marcou a mais longa expansão desde abril e junho de 1986crescimento econômico japão
A economia do Japão expandiu mais do que o estimado inicialmente no quarto trimestre devido a uma revisão para cima nos gastos de capital e nos dados de estoque, confirmando o oitavo trimestre seguido de crescimento.

A economia cresceu a uma taxa anualizada de 1,6 por cento entre outubro e dezembro, contra expectativa de economistas de 0,9 por cento e leitura preliminar de 0,5 por cento, informou o Escritório do Gabinete nesta quinta-feira.

O resultado marcou a mais longa expansão ininterrupta desde os 12 trimestres de crescimento registrados entre abril e junho de 1986 e janeiro e março de 1989, durante a bolha econômica japonesa.

A taxa de crescimento anualizada se traduz em expansão de 0,4 por cento na comparação trimestral em termos reais e ajustados para preços, contra leitura inicial de 0,1 por cento e expectativa de 0,2 por cento.

A revisão para cima deveu-se a ganhos mais rápidos do que o esperado em gastos de capital, um impulso para as autoridades que buscam estimular um ciclo de crescimento virtuoso em que salários mais altos estimulam os gastos dos consumidores, que por sua vez vão aumentar o investimento empresarial e acelerar a inflação.

“Dados fracos recentes como produção industrial e vendas no varejo para janeiro sugerem que o crescimento do PIB pode desacelerar no primeiro trimestre”, disse Masaki Kuwahara, economista sênior do Nomura Securities.

“Ainda assim, o crescimento do Japão vai manter-se firme, liderado pelas exportações e gastos de capital, com ajuda da economia sólida dos EUA.”
Fonte: Alternativa com Reuters

Contrata-se ninja em Aichi

A província de Aichi está recrutando um novo ninja, independente da nacionalidade, para receber treinamento e salário com benefícios

ninja em Aichi
A imagem de um ninja é de uma pessoa ativa, capaz de fazer movimentos acrobáticos. O departamento de turismo da província de Aichi busca por um novo integrante ninja, independente se sabe fazer acrobacias ou não. Se souber, melhor ainda, mas não é pré-requisito. Também não importa se é nativo japonês ou estrangeiro.

O que ela quer é que o candidato tenha capacidade de comunicação em japonês e muita vontade de ser ninja.

O grupo Hattori Hanzo and the Ninjas já tem no seu quadro 5 dessas pessoas com espírito samurai e busca por mais um.

Oferece salário de 180 mil ienes ou mais, despesas de transporte, seguro social e bônus. Os locais de atuação como ninja são no Castelo de Nagoia e no Centrair, aeroporto internacional.

A candidatura deve ser feita até 13 de março, através da página web, em japonês ou inglês.
Fonte: Portal Mie

Salário médio do trabalhador japonês subiu em 2017

O governo divulgou o salário médio do trabalhador, com aumento de 0,4% em relação ao ano anteriorsalário medio
Embora o salário médio tenha aumentado, não acompanhou a variação dos preços de energia, por exemplo, ficando 0,2% abaixo da inflação do período. O índice negativo ocorreu por dois anos consecutivos, anunciou o Ministério da Saúde, Trabalho e Bem-Estar, na quarta-feira (7).

O salário médio de um trabalhador foi de 316.907 ienes, incluindo as horas extras e bônus. Portanto, houve um aumento de 0,4% em relação a 2016.

Já o trabalhador regular (seishain) obteve um salário médio de 414.001, enquanto o part-time ganhou em média 98.353 mensais, igualmente superiores ao ano anterior, com 0,4% e 0,7%, respectivamente.

Para realizar essa pesquisa, o ministério enviou formulário para 33 mil empresas do país.

A proporção efetiva de oferta de emprego subiu para 1,5. Isto significa que para uma contratado há 1,5 de vagas, o mais alto nível em 44 anos. Muitas empresas vão aumentar os salários para garantir os recursos humanos.

O primeiro-ministro Shinzo Abe está pedindo às empresas aumento salarial de 3% a partir da primavera deste ano. Ainda estão em fase de negociação.
Fonte: Portal Mie com Nikkei e NHK

Toyota celebra 60 anos de atividades no Brasil

Operações começaram com a montagem do utilitário Bandeirantetoyota Etios brasilO ano de 2018 é muito especial para a Toyota do Brasil, pois marca o sexagésimo aniversário da empresa no País. Ao longo dessa trajetória, a empresa participou do desenvolvimento industrial e econômico brasileiro e se orgulha dos grandes investimentos feitos em sua operação local.

“Quando penso na trajetória da Toyota no Brasil desde o início, me sinto orgulhoso da nossa Família Toyota, responsável por essa história de sucesso neste grandioso País. Ao comemorarmos 60 anos, nossa matriz no Japão está de olho no futuro, por isso, nossa principal mensagem neste momento é ‘Reinventando o Futuro’. A Toyota quer ser protagonista da transformação que a indústria automotiva está passando. Novas tecnologias ambientalmente responsáveis, como o sistema híbrido presente no Prius, são apenas o primeiro passo e tenho certeza que o Brasil terá um papel importante em nosso futuro”, celebra Steve St.Angelo, CEO da Toyota para a América Latina e Caribe e Chairman da Toyota do Brasil e Argentina.

Atualmente, são quatro fábricas nas cidades paulistas de Indaiatuba, Sorocaba, Porto Feliz e São Bernardo do Campo, cidade também que abriga um Centro de Pesquisa Aplicada e um Centro de Design. Além disso, são três centros de distribuição de veículos em Guaíba (RS), Vitória (ES) e Suape (PE), um centro de distribuição de peças em Votorantim (SP), um escritório de representação em Brasília (DF) e mais de 5.800 colaboradores.

Com o tema “Reinventando o Futuro”, a Toyota pretende celebrar esses 60 anos de Brasil olhando para frente. Neste ano, a marca trabalha em grandes projetos, sendo o mais importante deles o lançamento do Yaris, modelo que se encaixará entre o compacto Etios e o sedã médio Corolla no portfólio da empresa no Brasil, com início de vendas previsto para o segundo semestre de 2018.

História
A Toyota iniciou suas operações no Brasil em 23 de janeiro de 1958, com a instalação de um escritório no centro da cidade de São Paulo. Em dezembro desse mesmo ano, também em São Paulo, inaugurou sua primeira linha de montagem, começando desta maneira suas atividades como fabricante de veículos no País.

Cinco meses mais tarde, a Toyota lançou o primeiro veículo Land Cruiser, na modalidade CKD (Complete Knock-Down), que recebeu o nome de Bandeirante. Em 1961, a Toyota adquiriu um terreno em São Bernardo do Campo (SP), onde instalou a primeira unidade industrial da Toyota fora do Japão. E, a partir de 1962, passou a fabricar o modelo Bandeirante nacional, que durante 40 anos se posicionou como referência no mercado de utilitários.

Em outubro de 1999, a Toyota do Brasil celebrou a produção de 100 mil unidades do utilitário. Em novembro de 2001, com o encerramento da produção da linha Bandeirante, a unidade de São Bernardo do Campo passou a fabricar autopeças. Com a compra de um novo terreno de 1,5 milhão de metros quadrados na cidade de Indaiatuba, no interior do Estado de São Paulo, e com o posterior investimento de US$ 150 milhões, a Toyota do Brasil iniciou, em 1996, a construção de sua segunda fábrica no País, destinada à produção do Corolla, que teve início em setembro de 1998. Dois anos mais tarde foram investidos outros US$ 300 milhões para a modernização e ampliação estrutural da fábrica.

Este novo aporte marcou o início da produção do Novo Corolla, a partir de junho de 2002. Em março de 2017, a unidade fabril comemorou a marca de 1 milhão de Corollas produzidos no Brasil, reflexo do sucesso absoluto do sedã médio mais vendido do País.

Outro passo importante para o crescimento da Toyota no Brasil foi a inauguração do Centro de Distribuição de Guaíba, na Grande Porto Alegre, em março de 2005.

A instalação tornou-se o portal das operações logísticas da Toyota entre o Brasil e a Argentina, para recebimento dos utilitários Hilux e SW4 e de peças de reposição produzidas na planta de Zárate (Argentina), por via rodoviária. Ocupando 2,5 mil metros quadrados de área construída, em um terreno de 58 mil metros quadrados, o Centro de Guaíba, além de receber e distribuir os veículos e peças produzidos em Zárate para todo território nacional, executa as operações de checagem e ajuste de montagem, para que estes se adaptem à legislação brasileira.

Expansão
Em agosto de 2012, mais um marco para a empresa no País foi a inauguração de sua terceira unidade fabril, desta vez em Sorocaba (SP), responsável pela produção do compacto Etios em suas versões hatchback e sedã. Fruto de investimento inicial de US$ 600 milhões, a unidade é um marco na operação brasileira, pois reúne atributos das plantas mais modernas da Toyota em todo o mundo.

A habilidade dos mais de 1.900 colaboradores da unidade sorocabana permitiu à Toyota realizar melhorias profundas na família Etios. Foram 14 mudanças no produto, desde o seu lançamento, em setembro de 2012, tornando o compacto da marca um sucesso de vendas. No ano passado, o modelo ultrapassou pela primeira vez em sua história a casa das 70 mil unidades vendidas (hatchback e sedã).

Nesta curta história, a unidade que foi inaugurada para produzir 74 mil veículos por ano, foi expandida a partir de janeiro de 2015 e hoje possui capacidade para fabricar 108 mil unidades anualmente. Além disso, está recebendo investimentos adicionais de R$ 1 bilhão para receber equipamentos para a produção do Yaris.

Em 2013, foi lançado o Prius, primeiro automóvel híbrido de produção em massa do mundo, que chegou ao mercado brasileiro com a missão de disseminar o avanço da tecnologia híbrida no País. Desde então, ele se tornou líder isolado em seu segmento, com vendas totais de 3.504 unidades desde seu lançamento.

Em dezembro de 2015, a empresa inaugurou um novo centro de distribuição de veículos, localizado próximo à área portuária de Suape, região metropolitana de Recife (PE). Com investimento inicial de R$ 2,4 milhões e área total de 23 mil metros quadrados, o centro tem capacidade para receber cerca de 40 mil unidades por ano e contribuiu para aprimorar a operação logística da empresa na região Nordeste, atendendo de forma ainda mais eficiente os clientes daquela região.

SBC Reborn
Em fevereiro de 2015, a Toyota deu início ao projeto “São Bernardo Reborn”. Dividido em três fases, a iniciativa, que teve um aporte total de R$ 70 milhões, tem como principal objetivo a revitalização da planta de São Bernardo do Campo (SP). A primeira etapa marcou a implantação do terceiro turno no setor de forjaria da planta, que passou a produzir peças para abastecer a vindoura fábrica de motores em Porto Feliz (SP), além da transferência da sede administrativa da Toyota de São Paulo para o ABC paulista.

A segunda etapa, realizada em agosto de 2016, consistiu na inauguração do primeiro Centro de Pesquisa Aplicada da marca na América Latina, concebido para integrar atividades relacionadas à pesquisa e desenvolvimento de novos produtos e fornecedores. Ali, foram alocados os departamentos de Engenharia, Compras, Regulamentação Veicular e Qualidade Assegurada, permitindo maior interação e sinergia entre as áreas para constituição de futuros projetos. Nas novas instalações foi construído, ainda, um centro de design de produto, que já trabalhou, por exemplo, nas mudanças de desenho do atual Etios.

Em agosto de 2017, a terceira etapa do projeto foi concluída com a inauguração do Centro de Visitas da montadora, um dos mais tecnológicos da empresa em todo o mundo. Concebido para oferecer aos participantes uma experiência de imersão ao universo Toyota, além de abrir as portas da empresa para os mais diversos públicos da região do ABC e do Brasil, o Centro de Visitas leva os participantes a uma viagem pela história da empresa, seu passado, presente e futuro, destacando as atividades mais importantes.

O local atenderá, a partir do final de janeiro deste ano, uma lista de espera de pedidos universitários. Até o início do segundo semestre, ocorrerá a abertura de inscrições ao público em geral, por meio de um hotsite, que será divulgado posteriormente. A partir do final de fevereiro, o Centro de Visitas fará ainda parte do Programa de Turismo Industrial de São Bernardo do Campo, desenvolvido pela prefeitura da cidade.

Consolidação da operação
Em maio de 2016, a empresa inaugurou sua fábrica de motores na cidade de Porto Feliz (SP), responsável por produzir os modernos, eficientes e duráveis propulsores Dual VVT-i 1.3L e 1.5L, de quatro cilindros, flex fuel e gasolina, que equipam o compacto Etios comercializado no Brasil e em diversos países da América Latina.

A unidade, que recebeu investimentos da ordem de R$ 580 milhões e emprega aproximadamente 430 colaboradores, possui a mais avançada e inovadora tecnologia de processos de produção, além de deter elevado grau de automação industrial, congregando máquinas de alta precisão dentro de cada estágio da linha de montagem.

Neste curto período de existência, Porto Feliz já conta com um feito importante: em abril de 2017, menos de um ano de sua abertura, a planta bateu a marca de 100 mil unidades produzidas de motores 1.3L e 1.5L do Etios.

Em setembro do ano passado, a Toyota firmou compromisso de investir mais R$ 600 milhões com o objetivo de ampliar esta planta para a fabricação de propulsores para outros automóveis da marca produzidos no País a partir do segundo semestre de 2019.

Além disso, em 2016 a Toyota do Brasil alcançou sua melhor colocação no ranking nacional de vendas e a maior participação de mercado em toda a sua história no País, terminando aquele ano na 5ª posição do mercado.

A linha atual de produtos Toyota vendida no Brasil é composta pelo compacto Etios nas versões hatchback e sedã, pelo sedã médio Corolla, pela Hilux e SW4 e pelos modelos importados do Japão: RAV4, Prius e Camry. A linha Lexus, marca de luxo da Toyota, é vendida no Brasil por meio dos modelos NX300, RX350, CT200h e ES350.
Fonte: Alternativa

Programa de Apoio aos Estrangeiros para o Mercado de Trabalho

Em janeiro será o último curso deste ano fiscalPrograma de Apoio aos Estrangeiros para o Mercado de Trabalho■ O que é o Programa de Apoio aos Estrangeiros para o Mercado de Trabalho?
Trata-se de um projeto com o apoio do Ministério da Saúde, Trabalho e Bem-Estar Social voltado aos estrangeiros que se fixaram no Japão e desejam ter um trabalho estável.

■ Qual é o conteúdo do curso?
・Língua Japonesa voltada para o trabalho
・Regras sociais e de etiqueta para o ambiente de trabalho no Japão
・Como se comportar nas entrevistas de emprego e como escrever um CV em japonês

■ O professor é um profissional de língua japonesa e presta conselhos profissionais

■ Quem pode fazer o curso?
・Teoricamente quem tem visto de “Cônjuge de Japonês”, “Visto Permanente”, “Cônjuge de quem tem Visto Permanente” e “Visto de Longa Permanência”
・Quem está procurando emprego atualmente.
・Quem está trabalhando atualmente como trabalho temporário, terceirizado ou por período pré-determinado
・Quem quer aprender japonês para utilizar em um trabalho estável no Japão
・Quem pode frequentar todas as aulas do curso sem faltar

■ Todos que concluírem o curso receberão diploma de conclusão

■ Regiões onde o curso terá início em janeiro
Aichi, Mie, Gifu, Ibaraki, Tochigi, Saitama, Chiba, Tokyo, Kanagawa, Nagano.

Mais informações, consulte o site. Inscreva-se já!

■ Programa de Apoio aos Estrangeiros para o Mercado de Trabalho:
http://www.o-hara.ac.jp/shien/fr/

■ Informações 03-6436-3687
Fonte: Alternativa

Indústria e varejo do Japão avançam e BC indica redução de estímulo

As vendas no varejo cresceram 2,2% em novembro em relação a 2016industria japaoAs indústrias e varejistas do Japão registraram crescimento acima do esperado em novembro enquanto a ata da última reunião de política monetária do banco central mostrou que os membros levantaram a perspectiva de reduzir o estímulo.

Dados mostraram que as empresas japonesas preveem mais aumento da produção industrial em dezembro uma vez que a forte demanda internacional continua a sustentar a atividade e o crescimento econômico.

Alguns membros do Banco do Japão estão encorajando o debate sobre o aumento dos juros ou a redução das compras de fundos de índices (ETF, na sigla em inglês) em resposta à melhora do cenário, mostrou um resumo de opiniões expressadas na reunião da semana passada.

Se a expectativa é de que o cenário para os preços e a economia melhore, o banco central precisará avaliar se “ajustes no nível da taxa de juros serão necessários”, disse um membro da diretoria.

Outro membro afirmou que o Banco do Japão deveria avaliar os efeitos da política monetária e os possíveis efeitos colaterais das compras de ETFs de “todos os ângulos” devido ao aumento dos preços das ações e dos lucros.

O crescimento do Japão neste ano superou as expectativas de alguns economistas e seus mercados acionários avançaram devido ao aumento dos lucros corporativos, levando alguns operadores a se questionarem se o Banco do Japão deveria reduzir seu agressivo afrouxamento monetário.

A produção industrial do Japão cresceu 0,6 por cento em novembro contra projeção do mercado de 0,5 por cento e após avanço de 0,5 por cento em outubro.

Já as vendas no varejo avançaram 2,2 por cento em novembro sobre o ano anterior, contra expectativa de aumento de 1,2 por cento, mostraram dados do governo na quinta-feira.
Fonte: Alternativa com Reuters

Yamato oferece “arubaito” de ¥2.000/h para entrega de encomendas no final do ano

Não há exigência de experiência anterior, mas os candidatos precisam ter carteira de habilitação comumKuroneko YamatoA empresa Kuroneko Yamato, especializada em entrega de encomendas, está oferecendo “arubaito” (trabalho temporário) de até ¥2.000 por hora para o final do ano em algumas regiões do Japão.

Não há exigência de experiência anterior, mas os candidatos precisam possuir carteira de habilitação comum.

A Yamato, que prevê um grande aumento de serviço em dezembro por causa das encomendas de Natal e de Ano Novo, dicidiu elevar o valor da hora trabalhada para garantir mão de obra e evitar atrasos nas entregas, como ocorreu no ano passado.

Segundo a emissora TBS, a empresa vai pagar até ¥2.000 por hora em algumas regiões de Kanagawa e Aichi, onde costuma haver falta de motoristas para fazer entregas no final do ano.

No ano passado, o valor máximo que a Kuroneko Yamato pagou de “arubaito” foi de ¥1.500 por hora, sem conseguir atrair um número suficiente de entregadores.
Fonte: Alternativa

FamilyMart quer reduzir lojas 24 horas no Japão devido à falta de mão de obra

Empresa está fazendo testes de redução de horário em algumas lojas
familymartO grupo FamilyMart UNY Holdings, que administra as lojas de conveniência da marca FamilyMart e Circle K Sunkus no Japão, anunciou que pretende reduzir o funcionamento de parte das lojas 24 horas.

Segundo reportagem do jornal Mainichi, o grupo possui 17.800 lojas espalhadas pelo arquipélago, sendo que muitas funcionam com a premissa do serviço 24 horas. Apenas 5% das lojas, localizadas em locais menos populosos ou em prédios de escritórios, ficam fechadas durante a madrugada.

No entanto, a falta de mão obra vem provocando um aumento no gasto com funcionários e dificultando a administração de algumas lojas. Por isso, a rede decidiu iniciar os testes com os estabelecimentos que atraem poucos clientes durante a noite, para fazer uma avaliação.

O problema da falta de mão de obra também vem atingindo muitos restaurantes. De acordo com a reportagem, várias empresas do setor já iniciaram o processo de redução do período de funcionamento para amenizar o problema.

No entanto, por se tratar de um modelo planejado para atuar 24 horas, a FamilyMart pode enfrentar problemas como a dificuldade de enviar os produtos de madrugada e uma desvantagem com relação às concorrentes.

O problema também vem afetando as outras redes de “combinis”, mas apenas a FamilyMart está realizando testes para reduzir horários. No passado, a rede Lawson chegou a fazer uma tentativa semelhante, mas decidiu manter as lojas 24 horas devido à grande queda nos lucros.

A reportagem não informou quais ou quantas lojas podem ter o horário reduzido, mas a decisão só será tomada se os testes realizados pela rede se mostrarem favoráveis ao negócio.
Fonte: Alternativa

Murata vai comprar fábrica da Sony para aumentar a produção de peças de smartphone

Com a compra da fábrica da Sony em Ishikawa, a Murata aumentará a capacidade de produção para peças de iPhone e outros tipos de smartphones
murata-sony
A Murata Manufacturing Co. vai adquirir uma unidade da Sony Corp. localizada na central do Japão, enquanto ela busca atender a crescente demanda para componentes de iPhone e outros smartphones, disseram fontes da empresa no domingo (15), divulgou o Mainichi.

A Murata, uma fornecedora da Apple Inc., vai adquirir a unidade localizada na cidade de Nomi (Ishikawa) até março para produzir placas de circuito de smartphones, com seu investimento total incluindo gastos em novo equipamento que poderá ser entre 30 a 40 bilhões de ienes.

A empresa vem produzindo placas de circuito que ela desenvolveu para smartphones mais finos em uma fábrica na província de Toyama, perto de Ishikawa, dentre outros locais. Ela não conseguiu expandir sua produção o suficiente para atender a demanda.

Desde 2014, quando a Sony suspendeu a produção de componentes para câmeras na planta de Nomi, a fábrica foi alugada para uma empresa diferente de montagem de semicondutores.

Após o término da operação de montagem no início deste ano, a Murata abordou a Sony para a compra da unidade.

A Murata visa dobrar sua produção de placas de circuito no próximo ano fiscal, com início em abril, segundo fontes.
Fonte: Portal Mie com Mainichi

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